15 de mai. de 2012

Semana de "re-posts"

Nesse fim de semana, estávamos comparando alguns de nossos posts antigos com os mais recentes e pensamos que seria ideal, por uma questão até ética, repostarmos algumas de nossas antigas postagens, do início do blog. Naquela época, ainda éramos iniciantes e não tinhamos a menor noção de como usar um blog e éramos bem fracos para escrever comparando com hoje.

Portanto, nessa semana, repostaremos os nossos 4 primeiros posts de bandas do blog. E em outra semana de "Re-posts", outros 5 posts, então, nossa "missão" estará completa.
Se várias bandas ja fizeram relançamentos, porque não fazermos repostagens melhorando alguns de nossos fracos antigamente.

Nesta semana, re postaremos:

Iron Maiden


Megadeth


Ozzy Osbourne


Motörhead


11 de mai. de 2012

Top 10 Letristas

Essa lista é bastante eclética se assim podemos dizer, pois ela tem músicos cujos estilos variam entre Classic Rock e Death Metal. O nosso critério para montar essa lista foi bastante simples: a genialide e subjetividade sujeita a várias interpretações inteligentes da música em questão. Tendo em vista que a letra é uma das partes mais importantes da canção.

10º - Renato Russo


9º - Robert Plant


8º - Serj Tankian


7º - Paul McCartney


6º - Ronnie Dio


5º - Roger Waters


4º - John Lennon


3º - Chuck Schuldiner


2º - Steve Harris


1º - Bob Dylan


Quer voce concorde ou não com a nossa lista, o fato é que todos os músicos acima produziram fantásticas letras, e é possível passar horas se distraindo apenas lendo as verdadeiras obras-primas que eles uma vez fizeram.

Týr

Uma das bandas mais famosas no cenário do Folk/Viking Metal mundial, Týr é uma banda feroesa que foi formada em 1998 pelo baixista Gunnar Thomsen e pelo guitarrista Heri Joensen quando estes estavam morando em Copenhagen, na Dinamarca. No ano em que foi fundada, contava também com o baterista Kári Streymoy na bateria, o guitarrista Jón Joensen e o vocalista Pól Arni Holm.


Ao longo de sua pequena história, o Týr ja lançou 6 álbuns de estúdio, 3 compilações e 1 demo. Sua música é inspirada na mitologia nórdica e uma mistura do heavy metal tradicional com a música cultural feroesa e, segudo Heri Joensen, o objetivo da banda é quebrar as barreiras do preconceito das pessoas com o metal em geral.

Em 2000, a banda lança seu primeiro trabalho, o álbum demo "Demo", foi o único disco lançado com a formação original da banda pois, naquele mesmo ano, sairia da banda o guitarrista Jón Joensen. Para seu lugar, entrou na banda, em 2001 o guitarrista Terji Skibenæs.

Em 2002, é lançado o primeiro álbum completo da banda que recebe o nome de "How Far to Asgaard". O álbum continha as 4 músicas do demo lançado em 2000 além mais 4 outras músicas, como a épica "How Far to Asgaard" que tem, aproximadamente, 9 minutos de duração, 9:50 minutos de silencio e retomada com o poema feroês "Nornagest Ríma", que dura mais outros 9:50 minutos. O álbum foi relançado em 2008 com 2 faixas bônus.

Após o lançamento de "How Far to Asgaard", o vocalista Pól Arni Holm deixa a banda e Allan Streymoy assume os vocais. A banda lança um single com Allan nos vocais e ele deixa a banda por motivos desconhecidos. Isso obriga Heri Joensen tornar-se vocalista da banda, e, com Heri nos vocais e na guitarra, Gunnar Thomsen no baixo, Terji Skibenæs na guitarra e Kári Streymoy na bateria, o Týr lançou todos os seus outros cinco albuns. Essa também é a formação atual da banda.


Em 2003, o segundo álbum do grupo é lançado intitulado de "Eric The Red". O álbum recebeu críticas positivas dos fãs que iam surgindo e dos críticos no geral. O álbum é apresentado em três línguas, predominando o inglês e o feroês com uma música cantada em dinamarquês. Apresenta algumas músicas folclóricas tradicionais de alguns países. O álbum foi relançado em 2006 com 2 faixas bônus.


Em 2006, é lançado "Ragnarok", que é considerado por uma boa parte dos fãs o melhor álbum da banda. A crítica também aceitou muito bem esse album (ele chegou a receber nota máxima por alguns críticos). O disco, em sua versão completa, conta com 8 músicas instrumentais (7 na primeira versão), que, na verdade, introduzem as músicas a seguir. Conta também com o tradicional estrbilho feroês "Grímur Á Miðalnesi", que introduz a música "Wings Of Time".


Dois anos depois de "Ragnarok", veio "Land", álbum que também recebeu críticas positivas por partes dos fãs e dos críticos e é outro disco multilingual, apresentando canções em feroês, inglês, dinamarques, norueguês e em islandês. O álbum é exclusivamente baseado na mitologia nórdica e sua faixa final é uma outra versão da música "Hail To The Hammer", que foi anteriormente lançada em "Demo" e em "How Far To Asgaard".

O quinto álbum da banda foi "By The Lights Of Northern Star", lançado em 2009, não é considerado um dos albuns realmente bons da banda, é concentrado também em músicas folclóricas tradicionais dos países escandinávos, o álbum contém o hino nacional das Ilhas Faroe "Mítt alfagra land". É a faixa que fecha o disco. No ano passado, o Týr lançou "The Lay Of Thrym", nome baseado no Þrymskviða, um dos poemas mais conhecidos da Edda Poética (uma coleção de poemas em nórdico antigo). A versão limitada do álbum tem dois covers "I" (Black Sabbath) e Stargazer" (Rainbow).

Týr é uma das bandas mais bem estruturadas de Viking Metal do mundo. Tem muitos albuns bons e outros nem tanto, mas isso não tira o brilhantismo que a banda conduz suas músicas. Um detalhe importante que é interessante citar é que a banda tem uma atuação anti-racista e suas músicas são feitas sem ódio e violencia como disse o próprio Heri Joensen.


Nota:
Þrymskviða foneticamente: |Thrymskvida|. Significado: A canção de Thrym, O poema de Thrym

Site Oficial: http://tyr.fo/ 

8 de mai. de 2012

Chat Box

Estavamos pensando em certos aprimoramentos para blog, quando percebemos que já era tempo de termos uma "chat box" no blog. Então , resolvemos criar uma e hoje, estamos colocando aqui no Shit Anger, logo abaixo da playlist. Assim, você poderá se comunicar com os outros visitantes e podera ouvir algumas músicas enquanto isso.

O modelo segue abaixo também:

7 de mai. de 2012

Análise: Discipline Of Hate (Korzus)

Para a análise de hoje, temos o sexto álbum de estúdio do Korzus, uma banda brasileira de Thrash Metal formada em 1983. O "Discipline Of Hate" foi lançado em 2010, e conta com Marcello Pompeu nos vocais, Antônio Araújo e Heros Trench como dupla de guitarristas, Rodrigo Oliveira na bateria e Dick Siebert no baixo.


Discipline Of Hate = Após a intro com clima apocalíptico, o álbum tem seu início verdadeiro com um Riff pesadíssimo. A primeira música do disco já nos dá uma ideia do que vai ser esse álbum, o mais puro thrash, com percussão violenta e uma base constante e suja.

Truth = A música mais famosa do álbum, com um ritmo mais lento, mas não menos pesado. Os Riffs e pontes técnicas fazem um contraste interessante com o solo veloz e cortante. Os vocais aqui ficam mais limpos do que na primeira faixa, e talvez por isso essa música seja mais pegajosa.

2012 = Mais uma música muito pesada, com Riffs potentes e uma pegada muito forte na bateria e no baixo. Porém não tem nada de novo para adicionar ao álbum, a não ser a sua introdução ao melhor estilo Sepultura.

Raise Your Soul = Talvez a melhor música do disco. Os Riffs não tão criativos quanto nas outras faixas são compensados pela base, que é muito constante no baixo, e extremamente veloz na bateria. O refrão da música gruda facilmente na cabeça, e é impossível não cantar junto.

My Enemy = A bateria sincronizada com as guitarras tornam o Riff inicial dessa música ainda mais pesado, criando uma espécie de base sólida sem o uso do baixo, deixando esse livre para que Dick use um pouco da sua criatividade também.

Revolution = Essa música repete a fórmula da anterior, e sincroniza a bateria com a guitarra, deixando o baixo mais solto. Ela também tem um solo excelente, que abusa da velocidade para fazer um interlúdio entre os berros de Marcello Pompeu

Never Die = Com um ritmo um pouco mais calmo do que os anteriores, essa música é ótima, e conta com excelente Riffs e com uma percussão inspirada. É impossível não lembrar de "Creepind Death" ao ouvir o coro gritando "Die!". O solo dessa música é o melhor de todo o álbum, e tem taps alucinantes e velozes.

Slavery = Se a música anterior era um pouco mais calma, essa é bem mais acelerada. Com uma pegada Hardcore na bateria, e com curtos e velozes solos, essa canção tem algumas mudanças de ritmo, mas nada que comprometa o andamente acelerado.

Last Memories = Uma pausa para a respiração...volta a pancadaria. Apesar de boa, essa música não adiciona nenhuma novidade nesse disco, ela é apenas mais do mesmo (o que não é uma coisa ruim). Destaque para  o baixo, que cria uma bela atmosfera de fundo.

Under His Command = Pela primeira vez nesse álbum, a introdução de uma música não é um Riff ultra-pesado e potente. Mas não se preocupe, logo após a introdução, os Riffs ultra-pesados e potentes virão.

You Reap What You Sow = Apesar de ser a mais lenta do álbum, ela é pesada, e segue o ritmo constante apresentado nesse disco, com uma base sólida. Os backing vocals dessa música são sensacionais, e dão ao ouvinte uma sensação de caos, como deve ser em um bom Thrash Metal.

Hell = Trazendo de volta a velocidade ao álbum, "Hell" é uma excelente música, e apresenta alguns dos melhores riffs do álbum. A percussão está mais uma vez muito boa, e a base do baixo é sólida. Uma das melhores do disco.

Hipocrisia = Para fechar o álbum, uma música cantada em português. "Hipocrisia" fecha o disco como ele começou, com um Riff pesadíssimo, e uma melodia de puro Thrash Metal. A letra cantada em português pode causar espanto naqueles mais desavisados, mas para quem já está acostumado com a fórmula do Korzus, é só aproveitar a ótima música.


"Discipline Of Hate" é provavelmente o melhor disco da carreira do Korzus, que por sua vez, é uma das grandes bandas do cenário do Metal nacional. O álbum tem uma proposta bem definida, que é fazer puro Thrash Metal com qualidade, e isso quer dizer, o mais pesado, sujo e rápido o possível. Com essa proposta definida, é importante saber que o "Discipline" tem um público-alvo MUITO bem definido.

Tendo isso em mente, o álbum cumpre muito bem a sua proposta, e agrada praticamente todos os fãs de Thrash existentes por aí, sendo quase uma unanimidade. Apesar disso, o disco não é "genial", é, em grande parte, simples e seco.

Se você é fã de um bom Thrash Metal, e acha que quanto mais cru o disco é, melhor, corra e compre a sua cópia do "Discipline", pois ele é um clássico do Thrash nacional. Agora, se o Thrash Metal não é sua praia, esqueça esse disco, pois ele não está aí para agradar Gregos e Troianos, ele está aí para agradar os fãs do estilo.

Nota Final = 8

4 de mai. de 2012

Top 25 Guitarristas

Finalmente o nosso top 25 guitarristas ficou pronto. E não foi nada fácil fazer essa lista, porque existem vários aspectos que devem ser abordados, como técnica, velocidade, feeling e a importância de cada guitarrista pra sua banda e até mesmo pro cenário da música. Mas após muito pensarmos, aqui está o resultado final, esperamos que gostem! Gostando ou não gostando, opinem nos comentários!

25º - André Olbrich

                                           



24º - Sven Atle


23 º - Marty Friedman


22º - Les Paul


21º - Kiko Loureiro


20º - Stevie Ray Vaughan


19º - Tom Morello


18º - Eric Clapton


17º - Dave Murray

16º - Slash

15º - David Gilmour

14º - Jimmy Page

13º - Jimi Hendrix


12º - Chuck Berry

11º - Steve Vai

10º - Eddie van Halen

9º - Scott Ian


8º - Zakk Wylde


7º - Keith Richards


6º - Kerry King


5º - Tommy Iommi


4º - Randy Rhoads


3º - Angus Young


2º - Joe Satriani


1º - Dave Mustaine


2 de mai. de 2012

Sepultura

Hoje falaremos da banda que mais bem representa o Metal brasileiro, falaremos do Sepultura. É a banda brasileira que tem a maior repercussão mundial. Criada em 1984 pelos irmãos Max e Igor Cavalera em Belo Horizonte a banda conta, em toda sua história, com 12 álbuns de estúdio, 2 álbuns ao vivo, 4 compilações e 5 EP's.


Grande fã de Motörhead, Max Cavalera escolheu esse nome para a banda após traduzir uma música da banda. A primeira formação do Sepultura tinha, além de Max na guitarra e Igor na bateria, Paulo Jr. no baixo e Wagner Lamounier nos vocais e na guitarra. Essa formação passou por várias modificações antes que a banda começasse a aparecer nacionalmente e internacionalmente e era, inicialmente, dita como uma banda de Death Metal.

Após essas várias mudanças e o lançamento de um "Split LP" (Bestial Devastation com Overdose), a banda lança, finalmente, em 1986, o álbum Morbid Visions. É um álbum de Death Metal com certo caráter satânico, apesar de muito fraco, é indispensável para os fãs da banda, que o consideram como uma introdução modesta, que não demonstra o que a banda viria a ser futuramente.

Após o lançamento desse album, o Sepultura se modifica novamente e, nesta formação: Max Cavalera (vocais e guitarra), Igor Cavalera (bateria), Andreas Kisser (guitarra) e Paulo Jr (baixo), que a banda alcança o sucesso e lança seus álbuns clássicos. O primeiro album dessa formação é "Schizophrenia", em 1987. É um álbum mais concentrado no Thrash Metal, diferentemente de seu anterior e é bem mehor produzido.


O terceiro álbum do Sepultura é o "Beneath the Remains", em 1989, é um álbum constante, onde o Sepultura começou a construir seu estilo dentro do Thrash Metal, mais técnico rápido e pesado com letras críticas e políticas, foi o estilo que marcou a banda em sua trajetória até o sucesso. O álbum contem várias músicas exepcionais da banda, com destaque para "Inner Self". O álbum chegou a ser comparado por alguns com "Reign In Blood" do Slayer. Após o lançamento do "Beneath The Remains" a banda saiu, pela primeira vez, em turnê fora do Brasil acompanhando a banda Sodom em vários shows fora na europa e nos EUA.

Após despertar a atenção de vários países e críticos, o Sepultura lançou "Arise", em 1991, que recebeu críticas positivas e é considerado pelos fãs o melhor álbum da banda. Para promover o álbum, a banda fez uma turnê que teve mais de 200 shows e que acarretou no primeiro disco de ouro do grupo. Após a turnê, foram totalizadas mais de 1.000.000 de cópias vendidas em todo o mundo, era um marco na história da banda.

 

Os próximos dois álbuns que sucederam o tão glorioso "Arise", serviram para consolidar o sucesso conquistado pelo Sepultura. O primeiro "Chaos A.D." revelou um Sepultura um pouco diferente ritmicamente falando, com influências culturais brasileiras e um som mais groove, porém o álbum é considerado um dos melhores da banda contendo músicas marcante, como a épica "Refuse/Resist" e a instrumental "Kaiowas", homenagem a tribo brasileira de mesmo nome.

"Roots" veio logo após "Chaos A.D." é também um álbum exepcional, ficou marcado por realmente misturar o Thrash Metal com músicas tipicamente brasileiras como no anterior, mas nesse, era mais evidente. Seu aspecto diferente dos álbuns antigos não agradou muito a alguns fãs mais antigos. O álbum é uma referencia para algumas bandas de nu metal e contém a música mais conhecida da banda "Roots Bloody Roots".

Após o grande sucesso que o Sepultura veio carregando de "Arise" até "Roots", a banda passou por turbulências internamente até que em dezembro de 1996, uma notícia abalou o rumo da banda, Max Cavalera saíra do Sepultura. Ocorreram várias discussões entre os integrantes da banda até que eles decidem demitir a empresária e esposa de Max, Glória Cavalera por não apresentar a banda de uma forma em que todos os indivíduos do grupo aparecessem, era dado um foco a Max. Com a demissão de Glória, Max se sentiu traído e abandonou o grupo, que se viu em uma situação nada agradável, na qual o futuro estava indefinido.


A banda teve que se adaptar à um novo som, já que tinham agora apenas um guitarrista. Andreas Kisser até que tentou cantar, mas após um experiência não muito agradável, a banda saiu em busca de um novo vocalista. Um longo processo de seleção teve então início, e ao fim desse processo, Derrick Green era o novo vocalista do Sepultura.


Já com o novo vocalista, o Sepultura lançou o "Against", um álbum que apresenta uma sonoridade muito parecida com o seu antecessor. O disco traz músicas com influências tribais, com pequenas referências à música brasileira e contou com diversas participações especiais. Mas apesar de muito parecido com "Roots", o "Against" não alcançou o mesmo sucesso comercial e crítico.

Em 2001, é lançado o "Nation", um álbum que obteve maior sucesso na crítica especializada do que o "Against", mas que mesmo assim fica longe de mostrar um Sepultura com a mesma qualidade de tempos anteriores. O disco é normalmente esquecido pelos fãs, já que não acrescenta absolutamente nada de novo na carreira da banda. O álbum seguinte, "Roorback" deixa as influências tribais totalmente de lado, e apresenta um Sepultura um pouco mais limpo(se é que isso é possível). Sendo bastante criticado pela mídia e pelos fãs, o disco fecha a pior fase do Sepultura, que começou com "Against".


Em 2006 é lançado o "Dante XXI", o primeiro álbum conceitual do Sepultura. O disco fala sobre a Divina Comédia, livro de Dante Alighieri. Considerado pela grande maioria dos fãs como o melhor álbum da nova fase da banda, o álbum foi muito elogiado por ser um disco quente, com graves fortes, que soa quase como uma banda ao vivo, e por misturar as mais diversas sonoridades que a banda teve, chegando a passar de Death à Thrash entre uma faixa e outra.

Apesar de ter gravado o álbum em estúdio, Igor Cavalera quis sair da banda, e não participou da turnê de divulgação do disco. A saída de Igor da banda foi traumatizante para os fãs que ainda tinham esperanças do retorno de Max, agora a banda nao tinha nenhum dos seus 2 principais membros originais. Igor, que é considerado por muitos um dos melhores bateristas do Brasil e do Mundo, iria mais tarde se juntar novamente com seu irmão, mas dessa vez, fora do Sepultura, formando o Cavalera Conspiracy (mas isso é um assunto pra outro dia).


Mas a banda não se abalou com a saída do baterista, e contratou logo Jean Dolabella para ocupar o cargo. O primeiro disco sem Igor, foi mais um álbum conceitual, que recebeu o nome de "A-Lex", e é baseado no livro "Larânja Mecânica". O disco traz de volta as influências da música nacional nas composições da banda, e foi bem aceito pelos fãs. O ponto mais criticado é claro, foi a percussão, pois apesar de Jean ter feito um grande trabalho com as baquetas, Igor Cavalera era e ainda é, insubstituível.

Em 2011, a banda lançou o seu décimo segundo álbum de estúdio, o Kairos. O disco foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, e mostra que o Sepultura não precisa dos irmãos Cavalera para produzir um grande disco. Após alguns shows da banda para divulgação do disco, o baterista Jean Dollabella deixou a banda, e para seu lugar, foi contratado Eloy Casagrande, um garoto de apenas 20 anos, notável por seu trabalho com André Matos. Atualmente a banda está em turnê, e nos resta esperar e torcer por mais um grande álbum dessa maravilhosa banda nacional.